Só existe quando não é, só se vale, quando for ser. É um sonho que se constrói da imensidade do nada,é um sonho que se faz de certa irreverência, amada.Sem tempo ou espaço, sem durabilidade: quimera.Nossa humanidade se move inteiramente por ela, fugindo da consciência, aumentando os anseios.E no final, é o surrealismo que se mostra mais real, tamanhos devaneios.
Do que vale a vida, senão do que sonhamos? Então não se enfraqueça por frases ditas pelo outro; pois desistir de um sonho é também, morrer um pouco..
(07.05.2011)
[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
domingo, 8 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Sabes que escrevo
Sabes que escrevo;
escrevo, e descrevo.
E é como se orquestrasse uma sinfonia;
E cada nova página, é a melhor música do meu repertório.
Sabes que gosto de grafite;
É seu deslizar pelo branco, não sei ao certo
Mas ao final,
percebo que não cheguei ao fim
e ai recomeço,
descrevo de novo...
Escrevo, descrevo
Sabes que não é entendível,
é um sentir insentível,
e só quem sonha em palavras sabe.
Maldita ortografia, que põe vírgulas nos amores
Do que se valem regras, quando se sentem tantos temores?
Só sei que escrevo, sem me policiar,
de pontos e acentos, vão vocês cuidar!
Gozo do meu mais belo estado,
psíquico, físico, sentimental não
Mas sabes que descrevo,
e finjo de fato viver, o que sem querer escrevo
Sou isso,
sem mais adendos
infinita revolução de sentidos,
pois como sabes, eu escrevo..
(04.05.2011)
escrevo, e descrevo.
E é como se orquestrasse uma sinfonia;
E cada nova página, é a melhor música do meu repertório.
Sabes que gosto de grafite;
É seu deslizar pelo branco, não sei ao certo
Mas ao final,
percebo que não cheguei ao fim
e ai recomeço,
descrevo de novo...
Escrevo, descrevo
Sabes que não é entendível,
é um sentir insentível,
e só quem sonha em palavras sabe.
Maldita ortografia, que põe vírgulas nos amores
Do que se valem regras, quando se sentem tantos temores?
Só sei que escrevo, sem me policiar,
de pontos e acentos, vão vocês cuidar!
Gozo do meu mais belo estado,
psíquico, físico, sentimental não
Mas sabes que descrevo,
e finjo de fato viver, o que sem querer escrevo
Sou isso,
sem mais adendos
infinita revolução de sentidos,
pois como sabes, eu escrevo..
(04.05.2011)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Sempre soube,
que o ser humano é mais irracional que os animais. A questão é que chegamos a um ponto de desumanidade extrema. Comemorar a morte de outra pessoa, mesmo se tratando de um assassino, não é algo que deve ser feito. A morte de Osama Bin Laden foi usada como símbolo de Auto afirmação e vitória armada pelo mesmo homem que ganhou o PRÊMIO NOBEL DA PAZ em 2009. Qual é o sentido disso? me digam, como alguém que representa uma nação inteira, pode ver a morte de alguém com bons olhos? A, e é claro, tenho que citar a nação; segundo os tele jornais, a noticia da morte de Osama 'uniu' o país (EUA). Agora, minha pergunta é por que o pais mais influente do mundo se une em torno de uma morte? É claro, ele foi uma pessoa causadora de muitas perdas irreparáveis para os americanos, e para o mundo inteiro. Mas ao meu ver, a morte jamais deve ser comemorada! Isso vai contra qualquer bom senso humano, além de mostrar a face inescrupulosa e definitivamente imbecil das pessoas.Não concordo com a ideologia de Bin Laden, mas a forma como está sendo tratada, pelos EUA, a vida de um ser humano, é desprezível.
Além disso, as demonstrações públicas da felicidade causada pelo evento memorável de ontem, faz com que os seguidores de Osama se sintam cada vez mais minimizados e afrontados.É obvio que a morte de alguém tão procurado assim, terá efeitos colaterias, ouviu sociedade? e não há nada de engraçado nessa história toda.Na verdade, só o que se tem a fazer é esperar, e assistir às duvidas gerais: de um lado, ouvir explicações do governo do Paquistão; do outro, perceber e "acatar" ao fato de que a reeleição de Barack Obama talvez já esteja garantida.Melhorias na economia interna, ou aumento da espectativa de vida?...não, o motivo é a morte do terrorista mais procurado do mundo.
Além disso, as demonstrações públicas da felicidade causada pelo evento memorável de ontem, faz com que os seguidores de Osama se sintam cada vez mais minimizados e afrontados.É obvio que a morte de alguém tão procurado assim, terá efeitos colaterias, ouviu sociedade? e não há nada de engraçado nessa história toda.Na verdade, só o que se tem a fazer é esperar, e assistir às duvidas gerais: de um lado, ouvir explicações do governo do Paquistão; do outro, perceber e "acatar" ao fato de que a reeleição de Barack Obama talvez já esteja garantida.Melhorias na economia interna, ou aumento da espectativa de vida?...não, o motivo é a morte do terrorista mais procurado do mundo.
sem título.
Praticar o desapego, acostumar-me comigo mesma.
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
domingo, 1 de maio de 2011
Desmolde,
Pessoas que me acompanham: sim, estou com o toque musical aguçado essa semana. Aos que gostam, aos que não gostam...meu sinto muito, mas escrevi outra música.REVOLUÇÃO, faça parte desse grito!
Desmolde (Carol Rocha)
A extinção do algo,
torna-o raro.
A precisão do certo, mostra-se chata.
E só quando saimos do molde,
assumimos nossa versão do fato.
E não se esqueça da rosa,
Já dizia o poeta.
Mas entenda que o falso moralismo,
nivela argumentos ao abismo
E só se importa de fato,
quem viveu os dois lados da moeda
Desmolde o certo,
arraste o estagnado,
diga basta à sociedade,
com todas as regras e preconceito estampado.
Não recrie o crime,
do comodismo polar;
ou se contenta com o imposto,
ou se limita a aceitar
E eu paro por aqui,
corro o risco de ser censurada;
meu desmolde está dentro,
dos moldes da revolução anarquizada!
(30.04.11)
Desmolde (Carol Rocha)
A extinção do algo,
torna-o raro.
A precisão do certo, mostra-se chata.
E só quando saimos do molde,
assumimos nossa versão do fato.
E não se esqueça da rosa,
Já dizia o poeta.
Mas entenda que o falso moralismo,
nivela argumentos ao abismo
E só se importa de fato,
quem viveu os dois lados da moeda
Desmolde o certo,
arraste o estagnado,
diga basta à sociedade,
com todas as regras e preconceito estampado.
Não recrie o crime,
do comodismo polar;
ou se contenta com o imposto,
ou se limita a aceitar
E eu paro por aqui,
corro o risco de ser censurada;
meu desmolde está dentro,
dos moldes da revolução anarquizada!
(30.04.11)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Epifanias do óbvio,
(Pois bem amados visitantes, caso não saibam, eu componho também. Ou pelo menos, tento.Abaixo, uma canção...ou uma quase confissão.)
Epifanias (Carol Rocha)
Metade de mim é você,
E outra parte eu nem sei,
Se é algo tão certo de ser,
Por que nada mais eu te dei?
Talvez por falta aviso eu surtei,
Talvez por falta de juízo, amei,
Ou por falta de alguém, eu tentei
Criar amor onde nem ódio estanquei
Se alguém souber o porque,
Por favor, me explique e talvez,
Epifanias do óbvio eu terei,
Já que nem mesmo gostar eu tentei
Proclama a razão de ser,
Que eu daria amor a quem quer me ter,
E não gastaria tanto prazer
com quem nem ao menos quer me ver
Quero que saiba também,
Sou sempre inconstante,
Mas de você sou confessa refém,
Tal qual meu semblante,
Amante,
Irritante,
Constante,
Sou farsante
A mesma que diz sorridente,
‘Dessa vez vai ser diferente‘,
Acaba por fim se rendendo,
quase que no mesmo instante.
E a culpa dessa paixão de sanatório,
É de um coração já sem vida,
Que não responde mais por seus atos,
E nem quer mais outros abraços
Preste atenção, e se detenha
A amar um pedaço de linho
Ou mesmo aquele cachorrinho,
Que no seu portão apareceu
Tome cuidado, amigo,
Pois uma vez amarrado,
Não há como desfazer o nó.
Mas só se prende ao aviso quem pensa,
Que no amor não há recompensa,
Nem momentos inesquecíveis,
Os duradouros e feitos para guardar
Só se priva da luz quem não conhece,
Quem não quer sentir, e se padece
Da magia incomparável,
Luz amável, luz que não se esquece.
(29.04.2011)
Epifanias (Carol Rocha)
Metade de mim é você,
E outra parte eu nem sei,
Se é algo tão certo de ser,
Por que nada mais eu te dei?
Talvez por falta aviso eu surtei,
Talvez por falta de juízo, amei,
Ou por falta de alguém, eu tentei
Criar amor onde nem ódio estanquei
Se alguém souber o porque,
Por favor, me explique e talvez,
Epifanias do óbvio eu terei,
Já que nem mesmo gostar eu tentei
Metade de mim é você,
E outra parte eu nem sei,
Se é algo tão certo de ser,
Por que nada mais eu te dei?
Proclama a razão de ser,
Que eu daria amor a quem quer me ter,
E não gastaria tanto prazer
com quem nem ao menos quer me ver
Quero que saiba também,
Sou sempre inconstante,
Mas de você sou confessa refém,
Tal qual meu semblante,
Amante,
Irritante,
Constante,
Sou farsante
A mesma que diz sorridente,
‘Dessa vez vai ser diferente‘,
Acaba por fim se rendendo,
quase que no mesmo instante.
Metade de mim é você,
E outra parte eu nem sei,
Se é algo tão certo de ser,
Por que nada mais eu te dei?
E a culpa dessa paixão de sanatório,
É de um coração já sem vida,
Que não responde mais por seus atos,
E nem quer mais outros abraços
Preste atenção, e se detenha
A amar um pedaço de linho
Ou mesmo aquele cachorrinho,
Que no seu portão apareceu
Tome cuidado, amigo,
Pois uma vez amarrado,
Não há como desfazer o nó.
Mas só se prende ao aviso quem pensa,
Que no amor não há recompensa,
Nem momentos inesquecíveis,
Os duradouros e feitos para guardar
Só se priva da luz quem não conhece,
Quem não quer sentir, e se padece
Da magia incomparável,
Luz amável, luz que não se esquece.
(29.04.2011)
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Cada um é normal,
dentro da sua própria loucura; por isso, é bobagem tentar entender o que eu penso. Pra mim é normal, pra você pode ser o inferno na terra.Todos sabem que sou uma pessoa extremamente inconstante; isso se deve ao fato de que meu conceito de vida, afirma que ela deve ser VIVIDA, e não PROGRAMADA.Posso permanentemente afirmar, que vivo em uma metamorfose gradativa e inconstante alegria interna.Complicado? Me diga então o que seria da vida, se não fossem as incertezas…é dificil aceitar, mas o “não sei” é o grande filtro, que faz nosso cérebro pensar, decidir, quebrar a cara, e levar a lição pra vida toda! O problema é que, ultimamente, sabe como estou me sentindo? surda. É como se eu estivesse de frente para o melhor cantor do mundo; mas sem entender absolutamente nada, sem ouvir nada.É frustrante não entender a si mesma. E como diriam meus amigos engenheiros: "minha vida é tão confusa quanto a América Central, por isso não me acuse de ser irracional.." Sou adepta confessa da apologia do "não respondo pelos meus atos".
faz um tempo,
que não venho aqui. E é tudo culpa dele, que não passa, ou que passa rápido demais...O fato é que quando pseudo-intelectuais utilizam clichês como "o tempo mostra tudo", ou "o tempo cura tudo", estão certos. Ultimamente, o que o senhor dos ponteiros tem me dito é que pessoas não mudam: elas apenas deixam suas máscaras cairem (mais clichês...). Não é possível chegar a tão deplorável ponto, de reestruturar toda uma personalidade pronta; até porque, personalidade não se muda. De uma maneira ou de outra, tenham em mente que todos somos o mesmo personagem, do início ao fim da trama; o papel interpretado é que muda. Aliás, uma ótima palavra para descrever toda essa arredoma de clichês é papel. Vou citar o exemplo do quase amor, que é o que mais se assemelha com a minha situação: quando um homem, quer muito conquistar uma garota, o papel assumido por ele é o de romantico, cavalheiro. Ai, começam todas as frases feitas, as mensagens no meio da noite, as demonstrações de afeto, e tudo o que se assemelha a cordialidade.Uma vez tendo alcançado o objetivo, ou seja, conquistar a garota, o homem muda totalmente as características do seu personagem: passa a ficar em uma zona de conforto, de auto confiança excessiva. Basicamente, o que eles pensam é: já tenho a peça garantida, pra que vou fingir romantismo, não é?.ENTENDAM, não é assim que funciona, se um jardim já cultivado não for cuidado, as flores morrem, murcham, acabam.Ao contrário do que diz outro ditado popularíssimo, a vida não é feita de fases; não ao meu ver. Uma coisa, é mudar seus conceitos, tendo argumentos que, mais do que convencer a sociedade, possam convencer você mesmo.Outra coisa bem diferente, e um tanto quanto promíscua, é mudar suas atitudes bruscamente, por ter alcançado o ponto em que queria chegar.É claro que existem excessões, mas quando a situação envolve uma segunda pessoa, a regra é dogmática.Mostre quem você é, não viva de papéis escalados para cada momento. O diretor do seu filme é você, e se alguém tem que se adaptar à atitudes expostas, esse alguém é o mundo. A partir do momento em que seu eu, coloca uma máscara para se auto afirmar, quem perde toda a razão é você.E tenho dito.
domingo, 20 de março de 2011
anatômicamente humanos,
verdadeiramente hipócritas. E mal agradecidos eu diria; é como o que aconteceu em 1930, depois da aceitação da literatura brasileira: começaram os protestos, denúncias, reinvidicações... a diferença é que o cenário atual é extremamente sensacionalista e totalmente pobre de argumentação.A massa diz-se esquecida, e deixada de lado. Mas será mesmo que é essa a única causadora do caos urbano em que vivemos? Um exemplo célebre e perfeitamente auto explicativo são as enchentes que param grandes cidades como São Paulo todos os anos. O que mais se escuta, no dia seguinte à tragédias como grandes alagamentos de bairros, são pessoas com as mesmas frases ensaiadas na boca: ''a culpa é do governo'', ''é por isso que o Brasil não vai para frente'', ''Políticos corruptos'', etc. Não, meu papel aqui não é de defensora política, nem mesmo o de subjulgar atitudes populares. Mas com certeza como cidadã, tenho a obrigação de pedir às pessoas um pouco mais de cuidado ao formular suas reinvidicações: protestar é um direito de todos, mas deve ocorrer com um mínimo de inteligência e coerência. Ao dizer que seu bairro alagou por culpa do governo, a questão está totalmente certa? Você realmente acha que não tem nenhuma participação nisso? Não são os políticos que enchem de lixo as ruas; sim claro, a obrigação deles é limpar o espaço público... Mas antes disso, É SEU DEVER zelar por ele!. Antes de pedir algo, reflita, faça um exame de consciência, e tenha certeza de que o culpado primário pelo que está acontecendo não é você.Ai sim, terá todo o direito de pedir alguma coisa. E outra questão: se os governantes não estão fazendo o que deve ser feito, por que estão no poder? Quem os coloca lá somos nós, o povo! Temos que, realmente, ser a mudança que queremos ver. O que não dá é ficar reclamando, reclamanado, e continuar ai, sentado mascando chiclete.
domingo, 13 de março de 2011
Pray for Japan,
Sabe, nas últimas horas, eu tenho visto o quanto as pessoas são negativas. O que aconteceu no Japão foi algo incontestavemente horrivel. Mas por que se utilizar disso, para prever futuras catástrofes? ”o que vem por ai é bem pior”, ”o mundo está acabando”. Acho que essas não são exatamente as palavras que vão ajudar quem mais está precisando de CALMA e ESPERANÇA agora. Ao invés de espalhar maus pensamentos, digam palavras de afeto.. garanto que soarão como algo imensamente maior e mais importante.O mundo precisa de AMOR, e não de SENSACIONALISMO!
quarta-feira, 9 de março de 2011
perseguição temática, (desabafo?)
Olha, eu até que tentei pensar em algum outro assunto para postar aqui. Mas meus leitores que me desculpem, o que realmente permeia minha mente, quase que 24h por dia é esse incompreendível fenômeno sentimental humano; sim, ele mesmo, a droga vivciante e problemática, senhor amor.Tem um tempo para me ouvir? pois bem, hoje os papéis vão mudar de lugar, eu realmente preciso colocar tudo isso para fora. Basicamente, são dois sentimentos: impotência, e arrependimento. Amo, amo sim. Sinto falta, quero estar junto a todo momento.Mas não posso... é por isso que nos ultimos tempos, tentei ao máximo me afastar. Não é facil, todos sabem disso; o que você sente quando tem que, obrigatoriamente, tratar a pessoa que mais te faz bem, como um amigo qualquer? Mas eu realmente quero acabar com isso. É um tanto quanto estranho me ver nessa situação de tristeza e sentimentalismo total. Aos que não me conhecem, sempre fui do tipo que não se apega a absolutamente nada. Mas ai, aconteceu, justo agora, eu cai. Cai, e não há NINGUÉM que possa me levantar, senão eu mesma. Meu método para reabilitação? fingir que está tudo bem. Sim, eu estou fingindo, mas por favor, não atrapalhem minha performace. Só não sei mais qual máscara colocar, meu estoque acabou, e até agora nada mudou.Que tal um novo roteiro? sim, é exatamente disso que estou precisando. Amanhã mesmo, vou sair em busca de um novo escritor, porque essa peça já deu mostras concretas de que está falida.Sempre me coloquei em primeiro lugar (não é egocentrismo, negativamente falando; é amor próprio, que aliás, todos deveriam ter) e não é agora que isso vai mudar. Não me permito sofrer mais nem um dia: só lamento que meu coração não pense assim. Vamos lá cérebro? reconstrução à vista :)
terça-feira, 8 de março de 2011
dor muscular concentrada
Sentimentalismo? é assim que estão chamando agora? Pois bem, o fato é que essa angustia, essa fraqueza, penetra justamente na parte mais sensível de todos nós.Ela toma conta com tamanha rapidez, que desfalca de maneira absurda sua auto estima, se é que ainda resta alguma. Então, você começa a mentir pra você, para que seja possível acreditar na possibilidade de recuperação; complicado, eu sei. Mas é só o começo. A vida não é injusta, você apenas não a entende como deveria.Então, seja corajoso o bastante para seguir em frente, de cabeça erguida.Vai encontrar muitas portas fechadas, é verdade... mas existe apenas uma chave de luz que poderá abrir todas elas: você! Acredite, o que tiver que ser, será. Só não sofra antecipadamente, muito menos tardamente; confie em mim, sei bem o que estou dizendo.Faça as coisas no tempo certo, e de forma clara: diga o que tem para dizer, sinta (sem moderação) tudo o que tem para sentir, e faça o que tem de ser feito, sem medo de errar.Basicamente, a situação é a seguinte: você vê uma rosa, vermelha, deslumbrante, bem no meio de um verdadeiro lago de areia movediça.Pode parecer estranho, mas aquela flor é tudo o que você deseja, naquele momento. È claro que o medo de cair na areia movediça, será grande; mas não permita que esse temor, seja maior que a tua vontade de conseguir o que quer.A felicidade está ai, estampada em todos os lugares, cabe a você lutar por ela, e não deixar que ela pule para as graças de outra pessoa.Por maior que seja a luta, e por mais fequente que se torne a dor, lembre-se que esse é um sinal do corpo que te diz: Vamos, continue! Algo aqui não está funcionando bem, e você precisa consertar. :)
segunda-feira, 7 de março de 2011
auto suficiência dramática,
E sabe qual é o grande mal do mundo? o egoismo. É que todo mundo acha que o seu problema é pior e maior que o do outro. Acha que é o mais sofredor, o coitadinho. As pessoas tem que comecar a reclamar menos, e viver mais; olhar pro lado, e saber que existem problemas bem piores que os seus.Antes de dramatizar algo que te ocorreu, pense se a situação realmente merece tamanho escarcéu.O egocentrismo problemático não leva a nada, só faz com que as pessoas cada vez mais, te olhem com ar de pena - esse que, na minha opinião, é um dos piores sentimentos que alguém pode sentir por outra pessoa.-Não há solução? Claro que há. Tudo na vida tem jeito, acredite; não perca seu tempo se lamentando, levante-se e faça algo para que a coisa mude de figura! Mostre ao mundo do que você é capaz, e que nenhum problema tem força suficiente para ser maior que você! E se você está usando seus maus momentos para curar sua carência, e conseguir atenção dos que estão à sua volta, pense bem antes de continuar: sentimento e carinho, não se suplica, deve ser espontâneo.
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