[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
domingo, 20 de março de 2011
anatômicamente humanos,
verdadeiramente hipócritas. E mal agradecidos eu diria; é como o que aconteceu em 1930, depois da aceitação da literatura brasileira: começaram os protestos, denúncias, reinvidicações... a diferença é que o cenário atual é extremamente sensacionalista e totalmente pobre de argumentação.A massa diz-se esquecida, e deixada de lado. Mas será mesmo que é essa a única causadora do caos urbano em que vivemos? Um exemplo célebre e perfeitamente auto explicativo são as enchentes que param grandes cidades como São Paulo todos os anos. O que mais se escuta, no dia seguinte à tragédias como grandes alagamentos de bairros, são pessoas com as mesmas frases ensaiadas na boca: ''a culpa é do governo'', ''é por isso que o Brasil não vai para frente'', ''Políticos corruptos'', etc. Não, meu papel aqui não é de defensora política, nem mesmo o de subjulgar atitudes populares. Mas com certeza como cidadã, tenho a obrigação de pedir às pessoas um pouco mais de cuidado ao formular suas reinvidicações: protestar é um direito de todos, mas deve ocorrer com um mínimo de inteligência e coerência. Ao dizer que seu bairro alagou por culpa do governo, a questão está totalmente certa? Você realmente acha que não tem nenhuma participação nisso? Não são os políticos que enchem de lixo as ruas; sim claro, a obrigação deles é limpar o espaço público... Mas antes disso, É SEU DEVER zelar por ele!. Antes de pedir algo, reflita, faça um exame de consciência, e tenha certeza de que o culpado primário pelo que está acontecendo não é você.Ai sim, terá todo o direito de pedir alguma coisa. E outra questão: se os governantes não estão fazendo o que deve ser feito, por que estão no poder? Quem os coloca lá somos nós, o povo! Temos que, realmente, ser a mudança que queremos ver. O que não dá é ficar reclamando, reclamanado, e continuar ai, sentado mascando chiclete.
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