[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
quarta-feira, 20 de abril de 2011
faz um tempo,
que não venho aqui. E é tudo culpa dele, que não passa, ou que passa rápido demais...O fato é que quando pseudo-intelectuais utilizam clichês como "o tempo mostra tudo", ou "o tempo cura tudo", estão certos. Ultimamente, o que o senhor dos ponteiros tem me dito é que pessoas não mudam: elas apenas deixam suas máscaras cairem (mais clichês...). Não é possível chegar a tão deplorável ponto, de reestruturar toda uma personalidade pronta; até porque, personalidade não se muda. De uma maneira ou de outra, tenham em mente que todos somos o mesmo personagem, do início ao fim da trama; o papel interpretado é que muda. Aliás, uma ótima palavra para descrever toda essa arredoma de clichês é papel. Vou citar o exemplo do quase amor, que é o que mais se assemelha com a minha situação: quando um homem, quer muito conquistar uma garota, o papel assumido por ele é o de romantico, cavalheiro. Ai, começam todas as frases feitas, as mensagens no meio da noite, as demonstrações de afeto, e tudo o que se assemelha a cordialidade.Uma vez tendo alcançado o objetivo, ou seja, conquistar a garota, o homem muda totalmente as características do seu personagem: passa a ficar em uma zona de conforto, de auto confiança excessiva. Basicamente, o que eles pensam é: já tenho a peça garantida, pra que vou fingir romantismo, não é?.ENTENDAM, não é assim que funciona, se um jardim já cultivado não for cuidado, as flores morrem, murcham, acabam.Ao contrário do que diz outro ditado popularíssimo, a vida não é feita de fases; não ao meu ver. Uma coisa, é mudar seus conceitos, tendo argumentos que, mais do que convencer a sociedade, possam convencer você mesmo.Outra coisa bem diferente, e um tanto quanto promíscua, é mudar suas atitudes bruscamente, por ter alcançado o ponto em que queria chegar.É claro que existem excessões, mas quando a situação envolve uma segunda pessoa, a regra é dogmática.Mostre quem você é, não viva de papéis escalados para cada momento. O diretor do seu filme é você, e se alguém tem que se adaptar à atitudes expostas, esse alguém é o mundo. A partir do momento em que seu eu, coloca uma máscara para se auto afirmar, quem perde toda a razão é você.E tenho dito.
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