quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cada um é normal,

dentro da sua própria loucura; por isso, é bobagem tentar entender o que eu penso. Pra mim é normal, pra você pode ser o inferno na terra.Todos sabem que sou uma pessoa extremamente inconstante; isso se deve ao fato de que meu conceito de vida, afirma que ela deve ser VIVIDA, e não PROGRAMADA.Posso permanentemente afirmar, que vivo em uma metamorfose gradativa e inconstante alegria interna.Complicado? Me diga então o que seria da vida, se não fossem as incertezas…é dificil aceitar, mas o “não sei” é o grande filtro, que faz nosso cérebro pensar, decidir, quebrar a cara, e levar a lição pra vida toda! O problema é que, ultimamente, sabe como estou me sentindo? surda. É como se eu estivesse de frente para o melhor cantor do mundo; mas sem entender absolutamente nada, sem ouvir nada.É frustrante não entender a si mesma. E como diriam meus amigos engenheiros: "minha vida é tão confusa quanto a América Central, por isso não me acuse de ser irracional.." Sou adepta confessa da apologia do "não respondo pelos meus atos".

faz um tempo,

que não venho aqui. E é tudo culpa dele, que não passa, ou que passa rápido demais...O fato é que quando pseudo-intelectuais utilizam clichês como "o tempo mostra tudo", ou "o tempo cura tudo", estão certos. Ultimamente, o que o senhor dos ponteiros tem me dito é que pessoas não mudam: elas apenas deixam suas máscaras cairem (mais clichês...). Não é possível chegar a tão deplorável ponto, de reestruturar toda uma personalidade pronta; até porque, personalidade não se muda. De uma maneira ou de outra, tenham em mente que todos somos o mesmo personagem, do início ao fim da trama; o papel interpretado é que muda. Aliás, uma ótima palavra para descrever toda essa arredoma de clichês é papel. Vou citar o exemplo do quase amor, que é o que mais se assemelha com a minha situação: quando um homem, quer muito conquistar uma garota, o papel assumido por ele é o de romantico, cavalheiro. Ai, começam todas as frases feitas, as mensagens no meio da noite, as demonstrações de afeto, e tudo o que se assemelha a cordialidade.Uma vez tendo alcançado o objetivo, ou seja, conquistar a garota, o homem muda totalmente as características do seu personagem: passa a ficar em uma zona de conforto, de auto confiança excessiva. Basicamente, o que eles pensam é: já tenho a peça garantida, pra que vou fingir romantismo, não é?.ENTENDAM, não é assim que funciona, se um jardim já cultivado não for cuidado, as flores morrem, murcham, acabam.Ao contrário do que diz outro ditado popularíssimo, a vida não é feita de fases; não ao meu ver. Uma coisa, é mudar seus conceitos, tendo argumentos que, mais do que convencer a sociedade, possam convencer você mesmo.Outra coisa bem diferente, e um tanto quanto promíscua, é mudar suas atitudes bruscamente, por ter alcançado o ponto em que queria chegar.É claro que existem excessões, mas quando a situação envolve uma segunda pessoa, a regra é dogmática.Mostre quem você é, não viva de papéis escalados para cada momento. O diretor do seu filme é você, e se alguém tem que se adaptar à atitudes expostas, esse alguém é o mundo. A partir do momento em que seu eu, coloca uma máscara para se auto afirmar, quem perde toda a razão é você.E tenho dito.