que o ser humano é mais irracional que os animais. A questão é que chegamos a um ponto de desumanidade extrema. Comemorar a morte de outra pessoa, mesmo se tratando de um assassino, não é algo que deve ser feito. A morte de Osama Bin Laden foi usada como símbolo de Auto afirmação e vitória armada pelo mesmo homem que ganhou o PRÊMIO NOBEL DA PAZ em 2009. Qual é o sentido disso? me digam, como alguém que representa uma nação inteira, pode ver a morte de alguém com bons olhos? A, e é claro, tenho que citar a nação; segundo os tele jornais, a noticia da morte de Osama 'uniu' o país (EUA). Agora, minha pergunta é por que o pais mais influente do mundo se une em torno de uma morte? É claro, ele foi uma pessoa causadora de muitas perdas irreparáveis para os americanos, e para o mundo inteiro. Mas ao meu ver, a morte jamais deve ser comemorada! Isso vai contra qualquer bom senso humano, além de mostrar a face inescrupulosa e definitivamente imbecil das pessoas.Não concordo com a ideologia de Bin Laden, mas a forma como está sendo tratada, pelos EUA, a vida de um ser humano, é desprezível.
Além disso, as demonstrações públicas da felicidade causada pelo evento memorável de ontem, faz com que os seguidores de Osama se sintam cada vez mais minimizados e afrontados.É obvio que a morte de alguém tão procurado assim, terá efeitos colaterias, ouviu sociedade? e não há nada de engraçado nessa história toda.Na verdade, só o que se tem a fazer é esperar, e assistir às duvidas gerais: de um lado, ouvir explicações do governo do Paquistão; do outro, perceber e "acatar" ao fato de que a reeleição de Barack Obama talvez já esteja garantida.Melhorias na economia interna, ou aumento da espectativa de vida?...não, o motivo é a morte do terrorista mais procurado do mundo.
[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
terça-feira, 3 de maio de 2011
sem título.
Praticar o desapego, acostumar-me comigo mesma.
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
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