Sabes que escrevo;
escrevo, e descrevo.
E é como se orquestrasse uma sinfonia;
E cada nova página, é a melhor música do meu repertório.
Sabes que gosto de grafite;
É seu deslizar pelo branco, não sei ao certo
Mas ao final,
percebo que não cheguei ao fim
e ai recomeço,
descrevo de novo...
Escrevo, descrevo
Sabes que não é entendível,
é um sentir insentível,
e só quem sonha em palavras sabe.
Maldita ortografia, que põe vírgulas nos amores
Do que se valem regras, quando se sentem tantos temores?
Só sei que escrevo, sem me policiar,
de pontos e acentos, vão vocês cuidar!
Gozo do meu mais belo estado,
psíquico, físico, sentimental não
Mas sabes que descrevo,
e finjo de fato viver, o que sem querer escrevo
Sou isso,
sem mais adendos
infinita revolução de sentidos,
pois como sabes, eu escrevo..
(04.05.2011)
[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
sem título.
Praticar o desapego, acostumar-me comigo mesma.
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
E já vou lhes dizendo que prefiro a sobriedade do neutro,
à farsa da certeza.
Permanecer em amor,
e entender meu interior.
Espere! que amor?
Qual sentido novo se fez?
Pois o que sinto já não passa de confusão sem lucidez
Eis que sou entregue ao mundo que queria,
e agora isso está me sufocando.
É a ideia de não conseguir lidar com tudo,
de ter tudo, e não ter...
Apagaria cada linha, cada verso, se o contrário ocorresse,
e diria todas as frases, se você mudasse...
Essas frases são as do sentir, são as que viram silêncio ao som do toque.
Sim, ao som do toque, que se faz sinfonia quando sentido.
Entende o que eu digo? Eu só vejo, não sinto...
Mas eu gosto, não minto.
(03.05.2011)
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