[...]E por favor, não espere que eu vá ser a pessoa que massageia seu ego: minhas palavras são verdadeiras, e não confetes para alegrar sua auto estima. (CarolRocha)
domingo, 6 de março de 2011
Vulgo amor,
Será que amar se tornou realmente mais difícil, como estão dizendo os corações quebrados pelo mundo? Que me desculpem os românticos de plantão, mas o sentimento de amor instântaneo já virou rotina. E não venham me dizer que é involuntário, pois se há uma coisa nesse mundo da qual eu tenho certeza, é de que não há como amar duas pessoas.Você terá (se ainda não teve) um único grande amor; todos os outros, serão pura confusão mental, ou simples atração carnal - que, diga-se de passagem, anda um tanto quanto aguçada nos dias de hoje-.A questão é que confundir sentimentos tornou-se incomparávelmente mais fácil de uns tempos pra cá. Culpa de meninos ou meninas calhordas? não não. A culpa é do nosso cérebro, que anda construíndo perfeccionismo e colocando muita esperança onde não há nem sinal de retribuição. Criamos uma espécie de conto de fadas, onde não existe nem o rascunho de texto.Os sintomas do amor são realmente irreconhecíveis: mas os da ausência dele, são certeiros.Antes de esboçar um sinal de insatisfação por não ser correspondido, pense se realmente existe sentimento verdadeiro; você pode ser mais uma vítima da banalização da emoção mais nobre e originalmente sincera do ser humano (vulgo amor).
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